Esse blog tem o intuito de proporcionar conhecimentos e informações relevantes ao campo da Administração!
Lembrando que estamos sempre abertos a dicas e opiniões que ajudem nosso blog a tornar-se cada vez melhor!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Encerraram-se as inscrições da vaga de emprego!!
Abraços e boa sorte a todos que se inscreveram!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Oportunidade de EMPREGO
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Profissionais muito qualificados podem ter de aceitar salário incompatível
Na sua consciência, você sabe que não é verdade. Uma pessoa com um currículo desses não pode simplesmente não achar emprego! Você está, provavelmente, certo. De acordo com o responsável pela pesquisa salarial da Catho, Mário Fagundes, as empresas raramente descartam um profissional overqualified (superqualificado) porque acreditam que não irão conseguir pagar por ele.
"A maioria das companhias pensaria: opa, vamos aproveitar esse candidato. Vamos contratar o pós-graduado e pagar salário de graduado", explica. Mas é claro que isso não pode ser generalizado. Além disso, em um bom momento econômico, como o que estamos vivendo agora, as empresas sofrem com escassez de mão-de-obra qualificada, pagando muito bem por ela. "É o caso do setor de engenharia", acrescenta.
Salário incompatível e falta de motivação
A conclusão que se chega é de que alguém superqualificado não passa grandes dificuldades para encontrar emprego. Porém, muitas vezes, diante de um cenário econômico ruim, ele pode ter de aceitar cargos mais baixos na hierarquia e salários menores, que não são compatíveis com seu know-how.
Não se trata propriamente de uma injustiça, uma vez que a contratação é uma via de mão dupla: as duas partes concordam com os termos da relação empregatícia. O problema é que isso pode ocasionar a falta de motivação por parte do profissional. "Vai chegar um momento em que ele irá notar que a contribuição que dá à empresa é desproporcional com seu salário".
Outra hipótese é a de que a organização o contrate para um cargo que não necessite tanto conhecimento ou experiência. "No processo seletivo, é comum as empresas exigirem qualificações e competências que vão além daquilo que é importante para a função. Isso ocorre em menos de 50% das vezes, mas é comum", adverte o gerente da Page Personnel (unidade de negócio do grupo Michael Page International), Igor Schultz.
O contratado costuma ter expectativas em relação ao trabalho que jamais serão cumpridas. "Como é muito qualificado, geralmente o profissional espera ser mais estratégico. Mas, se as atividades desenvolvidas não requererem tanta teoria, sendo mais operacionais, ele fica desmotivado. Às vezes, deixa a empresa", explica.
Idade e o mito do preconceito
Não existe preconceito por parte das empresas com relação ao overqualified, mas pesquisas indicam que há preconceito com relação à idade. "No entanto, a idade não tem uma relação direta com a qualificação e a experiência profissional", pondera o responsável pela pesquisa salarial da Catho, que ainda conclui: "a empregabilidade dos mais velhos qualificados é maior do que dos mais velhos com menos escolaridade".
O gerente geral da área de cursos da Catho, Rodolfo Ohl, concorda. "Não há preconceito. O profissional de Recursos Humanos do Brasil tem a mentalidade aberta. A questão, independentemente da qualificação, é se o candidato ao emprego é a peça-chave que a empresa procurava para completar seu time".
Quanto ao preconceito, por parte do contratante, originado da insegurança de ter que trabalhar com alguém que possa demonstrar mais capacidade, crescendo, desta maneira, na hierarquia, somente ocorre quando a organização é muito atrasada (ou o chefe que participa do processo seletivo é muito inseguro). "Bill Gates uma vez disse que sempre procurava contratar pessoas mais inteligentes do que ele. O empresário também disse que uma empresa é formada por constelação, e não por estrelas isoladas", lembra Ohl. Não tenha medo de investir na carreira.
A dica de Fagundes é: não tenha receio de investir na carreira. "Para ter sucesso profissional, são necessárias duas coisas: fazer o que gosta e ser o melhor naquilo que faz. E para ser o melhor, é preciso ter técnica, conhecimento teórico, formação", sublinha. "Em algum momento da conjuntura econômica, o superqualificado pode se sentir um pouco injustiçado, mas, sem dúvida, a qualificação é um investimento futuro".
Do portal UOL Economia (www.uol.com.br/economia)
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Teste sua capacidade de achar emprego
Como, então, saber se o profissional está procurando emprego corretamente, ou se está gastando seu tempo e desperdiçando oportunidades?
O teste “Você sabe buscar emprego?”, desenvolvido pela Manager Assessoria em Recursos Humanos, permite que o profissional reflita sobre suas habilidades e competências na busca de uma nova oportunidade. A ferramenta avalia desde o seu método de abordagem até o seu nível de atualização, fator fundamental para o sucesso na carreira hoje em dia.
A primeira etapa é composta por 20 questões, com as opções verdadeiro ou falso. Em seguida, o participante tem acesso às respostas corretas e às explicações sobre elas. Ao fim do teste, ele recebe o feedback de seu resultado, alertando sobre como estão suas habilidades e no que ele precisa melhorar.
Vale lembrar que muitos profissionais concentram-se no trabalho e no desenvolvimento de competências para a função, mas se esquecem de aprender a buscar o trabalho e o emprego. Com isso, perdem pontos na corrida pelo sucesso. Descubra se você é um desses.
O teste está disponível no site da Manager: www.assessoriarh.com/teste3.php
Fonte: UOL
Entrevista de emprego: cuidado com a linguagem não verbal
Em situação que as pessoas estão deslocadas de seu ambiente natural, ou seja, não estão entre amigos e familiares, é normal que utilizem mais a linguagem não verbal, como o que acontece nas entrevistas e dinâmicas de emprego. Mas neste momento, é preciso muita atenção a todas as atitudes tomadas, principalmente aos mínimos detalhes.
Expressão é fundamental
As pessoas que chegam à entrevista estão fora de seu ambiente e, por isso, estão certas se ficarem por mais tempo quietas. Falar muito pode incomodar, mas fazer caretas e se mostrar sério o tempo todo, também.
O entrevistador se sentirá mais confortável com quem conseguir transmitir uma emoção positiva, não sorrindo a todo o momento, mas sendo simpático e educado. Além disso, mostre segurança e não nervosismo.
Atente à postura
O candidato deve ficar à vontade, o que não significa sentar de qualquer jeito. O melhor será deixar a coluna ereta. Evite posições denominadas de fechamento: braços e pernas cruzadas, os quais demonstraram que você está fechado para novas oportunidades.
Para que as mãos não fiquem perdidas, descanse-as no colo. Outro ponto que deve ser observado são os gestos. Não gesticule de maneira exagerada, o que pode mostrar descontrole e nervosismo.
Movimentos lhe entregam
Alguns movimentos feitos com o corpo entregam a situação em que está vivendo e como está se sentindo. Bater os dedos na mesa, balançar muito as pernas, quebrar palitos e rasgar folhas são sinais de desconforto e nervosismo.
Nas entrevistas de emprego, se não conseguir se acalmar, pelo menos não demonstre tão claramente seu estado. Para isso, tente se controlar e mantenha-se sem movimento quando não for preciso.
Fonte: Infopessoal
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
"Cibervadiagem" no trabalho cresce no Brasil
O número é quase três vezes a média divulgada pela empresa em 2005: 2,1 horas. Em setembro de 2006, a pesquisa apontou o índice de 4,7 horas utilizadas para fins não-profissionais.
Visitas a sites noticiosos, financeiros, contas de e-mail pessoal, blogs e uso de comunicador instantâneo para conversar com amigos são atividades que se enquadram no território “não profissional”, de acordo com a pesquisa.
A média de “tempo perdido” nos quatro países latino-americanos pesquisados foi de 7,3 horas por semana. O México aparece com o maior “desperdício”, com média de 9,6 horas, e o Chile apresenta índice de cinco horas.
Mudança de hábito
Os sites financeiros monopolizaram a atenção dos brasileiros na navegação por conteúdo não relacionado ao trabalho. O tema economia, incluindo páginas de bancos, representou 76% dos acessos – 20% a mais que em 2006.
Fernando Fontão, executivo da Websense, diz que o aumento de tráfego em sites financeiros é justificado pela praticidade dos serviços. “É mais rápido pagar contas pela internet do que enfrentar fila do banco”, afirma.
Os sites de notícias caíram para o segundo lugar. Em 2006 eram responsáveis por 74% dos acessos, índice que caiu para 40% em 2007. Em terceiro lugar continuam os sites de e-mail pessoal, com 32% da preferência. As visitas a blogs cresceram de 4% para 14%, empatando com o uso de comunicadores VoIP (voz sobre IP), como o Skype.
Empresa insegura
Além do possível risco à produtividade no trabalho, a Websense alerta para a segurança das empresas, que podem ser vítimas da navegação pessoal de seus funcionários.
Informações sigilosas de uma empresa, por exemplo, podem vazar por e-mails pessoais e causar prejuízos – acidentalmente ou não. Mas o limite entre os direitos do funcionário e os deveres da empresa nem sempre é claro. Adauto de Mello Junior, diretor sênior de vendas da Websense para a América Latina, admite que “o pessoal e o profissional estão cada vez mais misturados”.
Foram entrevistadas 100 pessoas em cada país, sendo 50 usuários e 50 gerentes de Tecnologia da Informação. A Websense diz que as respostas foram espontâneas e não envolveram monitoramento.
Fonte: G1
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Jovens não conseguem emprego por estarem desqualificados e 'desinformatizados'
- Estudo da Fundação Getúlio Vargas revela que 18% dos jovens brasileiros de 15 a 17 anos estão fora da escola
- Segundo o IBGE, 11,4% dos domicílios brasileiros possuem computador com acesso à internet; 5% desse universo tem renda familiar de até 10 salários mínimos
- Para oferecer qualificação profissional e maiores chances no mercado de trabalho aos jovens carentes a ONG Idepac oferece cursos gratuitos de informática e administração
De acordo com estudo realizado pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cerca de 18% dos jovens brasileiros entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Desse universo, aproximadamente 20% pertencem à faixa da população mais pobre do país. Além da dificuldade de freqüentar a escola, esses jovens sofrem com a falta de informatização. De acordo com a última pesquisa sobre inclusão digital realizada pelo IBGE, 11,4% dos domicílios brasileiros possuem computador com acesso à internet e apenas 5% deles são de famílias com renda de até dez salários mínimos.
Para que esses jovens carentes tenham mais chances no mercado de trabalho, desde abril de 2005, a ONG Idepac realiza um trabalho de qualificação profissional e inclusão digital. A entidade, que já formou mais de 3 mil jovens, oferece a eles desde cursos técnicos administrativos, contábeis e de informática até dicas sobre como se comportar em uma entrevista de emprego. Além disso, a entidade encaminha os jovens ao mercado de trabalho. Desde sua inauguração, cerca de 300 alunos conseguiram um emprego.
"É gratificante completar dois anos de existência sabendo que muitos jovens que passaram pela ONG estão no mercado de trabalho e hoje dão maior importância para os estudos. Nesse período, conseguimos estabelecer uma boa infra-estrutura na sede. Criamos o caminhão-escola, unidade móvel que vai até a periferia para oferecer cursos aos jovens que não têm condições financeiras para arcar com o custo do transporte, e inauguramos mais uma unidade, no bairro de Heliópolis. A meta para 2007 é transformar a entidade em escola técnica", afirma o presidente da ONG Idepac, Sérgio Contente.
A sede, com 1,2 mil metros quadrados, localizada no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo, possui seis salas de aula equipadas com 200 computadores e auditório com capacidade para 300 pessoas. A unidade em Heliópolis é resultado de uma parceria com a associação de bairro Criança Feliz. Juntas, as duas entidades criaram um espaço com dez computadores para que os jovens da região possam se qualificar profissionalmente.
Já a unidade móvel, um caminhão-baú de 14 metros de comprimento e 2,8 metros de largura que se transforma em uma equipadíssima sala de aula com 25 microcomputadores conectados à internet, ar-condicionado, projetor e telão para qualificar gratuitamente jovens carentes de regiões com alto risco social. O caminhão-escola já passou por bairros como Cidade Tiradentes, Itaquera e Arthur Alvim.
A ONG Idepac foi criada pelo empresário Sérgio Contente, diretor-presidente da Contmatic Phoenix, empresa desenvolvedora de software contábeis e administrativos, que patrocina integralmente a entidade com a destinação de cerca de 6% de seu faturamento anual.
Para se candidatar às vagas oferecidas pela ONG Idepac, os jovens devem atender a alguns requisitos: ter entre 16 e 24 anos, renda de meio salário mínimo por integrante da família e estar cursando ou ter concluído o ensino médio. As inscrições podem ser realizadas por meio do telefone (11) 2295-8728 ou pessoalmente na sede da ONG, na Rua Visconde de Itaboraí, 441, no bairro do Tatuapé, e nas entidades assistenciais conveniadas, cujos endereços estão disponíveis no site www.idepac.org.br.
Fonte: Portal Administradores
www.administradores.com.br
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Empresários inovadores esperam contratar mais
A exportação também parece estar mais próxima do empresário que se considera inovador. Cerca de 6% dos empreendedores com produtos originais pretendem obter, com exportação, pelo menos 25% de sua receita. Entre os empreendedores com produtos conhecidos, esse número é de apenas 2%.
Os dados foram divulgados hoje (18/04) na sede do Sebrae e fazem parte do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2006, um dos principais estudos sobre empreendedorismo em todo mundo. Os números podem apresentar algumas distorções pois estão centrados na percepção do empreendedor sobre seu produto, sua empresa e suas perspectivas. "Mesmo assim, podemos notar que as vantagens competitivas trazidas pela inovação se refletem em números", diz Paulo Bastos, pesquisador sênior do GEM Brasil.
Em relação ao Brasil, muitos resultados desse ano foram bastante parecidos com os dados da pesquisa passada. A taxa de empreendedores iniciais (aqueles cujas empresas têm entre três e 42 meses de existência) praticamente não sofreu alterações -- cresceu de 11,30% em 2005 para 11,65% em 2006, colocando o Brasil em 10º lugar no ranking de empreendedores iniciais. O índice de empreendedores estabelecidos (aqueles cujos empreendimentos existem há mais de 42 meses) cresceu de 10,10% em 2005 para 12,09% em 2006. O Brasil é o quinto país no ranking de empreendedores estabelecidos.
Metodologia
No Brasil, foram entrevistados dois mil indivíduos de todas as regiões. Os percentuais de empreendedorismo medem a quantidade de empresários em relação à população do país. A pesquisa brasileira foi executada pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade, em parceria com o SEBRAE.
Fonte: Portal Exame
terça-feira, 3 de abril de 2007
Início de carreira? Veja como driblar empecilhos na busca por colocação
Quem pensa que são somente as pessoas mais velhas que sofrem preconceito
na hora de buscar por uma colocação no mercado de trabalho está
enganado. Quem é jovem pode também enfrentar algumas dificuldades.
Isso porque, com o mercado de trabalho acirrado e com as empresas competindo
para garantir um espaço marcante em seus segmentos, muitas delas não
apostam nas pessoas mais novas, com medo de errar. Veja abaixo quais os empecilhos
encontrados pelos jovens na hora da busca pelo emprego e como driblar esta realidade.
Requisito experiência
Não há como negar que muitas empresas pedem experiência
quando contratam. No entanto, existem outras que preferem moldar seus profissionais,
às quais devem ser dada atenção especial, já que
investem nos empregados.
Na hora da entrevista, mentir que já passou por alguma experiência
não é a melhor alternativa, pois isso poderá ser exigido
de você no futuro próximo, colocando-o numa situação
bastante desagradável. O melhor é dizer a verdade e, acima de
tudo, mostrar interesse na vaga, o que fará com que seja selecionado
em meio a tantas pessoas.
Cursos e eventos
Já que a experiência profissional pode não ser exigida de
quem quer ingressar no mercado de trabalho, os empregadores então selecionarão
de acordo com outros pontos a serem analisados como, por exemplo, palestras
e cursos realizados.
Por isso, como jovem profissional, procure realizar este tipo de atualização
ou especialização ao longo do ensino médio ou, se possível,
quando estiver cursando ensino superior. Um grande entrave visto neste caso
seria o dinheiro, mas pode-se encontrar cursos e eventos gratuitos. Basta procurar.
Vínculo empregatício
As empresas também podem ver, como um empecilho na hora da contratação,
o vínculo empregatício com alguém muito novo, que ainda
está em fase de formação e pode ser visto como "irresponsável".
Para solucionar esses dois problemas, você pode sugerir, logo na entrevista,
uma contratação como aprendiz ou iniciante. Já para comprovar
que não será irresponsável, mostre maturidade na entrevista
de emprego e em suas atitudes diárias, já que este ponto só
se prova com a prática.
Fonte: Administradores.com.br
quinta-feira, 29 de março de 2007
Fique Ligado! - Empresas vasculham web antes de contratar
– Orkut, blogs e buscas podem funcionar como aliados na hora de descobrir
aquilo que o candidato não divulga. Um estudo da empresa de rede social
para profissionais Viadeo indica que um em cada cinco executivos procura na web
informações sobre pessoas que participam de processos seletivos;
59% desses tomadores de decisão admitem que esses dados influenciam na
hora de contratar.
De acordo com o site de tecnologia “ZDNet”, que teve acesso ao
relatório, 25% dos funcionários da área de recursos humanos
já rejeitaram candidatos com base em informações divulgadas
on-line. Por outro lado, os internautas continuam ignorando esse tipo de banco
de dados, divulgando em sites de relacionamento, blogs ou outras páginas
informações que podem prejudicá-los na hora de conseguir
um emprego.
O estudo também indica que, em 13% dos casos, o RH optou por contratar
pessoas depois de encontrar na internet informações positivas
a seu respeito -- isso inclui conquistas ainda desconhecidas para os contratantes
e também habilidades demonstradas em sites que haviam sido omitidas durante
entrevistas.
“A popularização de ferramentas de busca, como o Google,
significa que empregadores em potencial estão a apenas alguns cliques
de informações sobre você”, afirmou Peter Cunningham,
gerente da Viadeo no Reino Unido, ao “ZDNet”. Para chegar aos resultados,
a pesquisa fez mais de 2,6 mil entrevistas via internet.
Fonte: G1
