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quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Quer abrir um negócio? Dicas para a escolha do sócio!

Uma das premissas para o negócio dar certo é a harmonia entre os sócios. Ter os mesmos objetivos e saber discutir o momento de expandir ou quando parar devem ser decisões conjuntas. Por isso, o melhor é apostar em alguém com competência e de confiança.

No início, tudo é maravilhoso, mas é quando os problemas aparecem que a relação pode se estreitar. Mesmo assim, devido aos recursos financeiros, é preciso ter um sócio. Sendo assim, o melhor é diminuir as chances de errar na escolha desta pessoa.

Honestidade
Histórias sobre sócios que deram um golpe e sumiram com grande quantidade de dinheiro não faltam. Quem nunca ouviu uma delas? Por este motivo, é preciso fazer uma seleção bem criteriosa, avaliando até o caráter da pessoa.

Tenha em mente que, se o candidato a sócio já trapaceou alguém, pode ser que não demore muito para que faça o mesmo com você. Honestidade: a pessoa que quer escolher tem esta qualidade?

Necessidade
A procura por um sócio não deve ser feita apenas por insegurança, seja pessoal, seja financeira. Veja se realmente sente necessidade de ter alguém opinando a todo o momento sobre suas atitudes e dizendo "não" quando você quiser dizer "sim".

Depois de analisada esta necessidade, faça um acordo honesto, colocando no papel se há maior poder de decisão para alguém ou condições financeiras privilegiadas. Haverá sócio maioritário?

Perfil
A pessoa que dividirá um negócio com você deve ter habilidades que complementem as suas. Verifique a compatibilidade de gênios. Além disso, avalie as qualidades e defeitos do candidato, para saber lidar com eles.

Analise com mais afinco se a pessoa escolhida for um parente. Será que conseguirão separar vida pessoal e profissional? O mais indicado, neste caso, é criar o costume de falar problemas de casa em casa, e do trabalho no trabalho.

Fonte: UOL

terça-feira, 29 de maio de 2007

Aplicação da Lei Geral vai reduzir prazo para abrir empresa

“O apoio às micro e pequenas empresas é uma questão de justiça e inteligência”, definiu o governador de São Paulo, José Serra. Na tarde desta sexta-feira (25), ele anunciou que esse é o primeiro desafio do Programa Estadual de Desburocratização (PED).

O governador falou durante o Fórum ‘A Nova Realidade para os Pequenos Negócios com a Lei Geral’, no auditório do Palácio dos Bandeirantes do governo de São Paulo. O evento promovido pelo Sebrae no Estado e parceiros encerra um ciclo de nove palestras que aconteceram nos últimos dois meses em todo o Estado.

“Vamos criar as condições para que se possa abrir uma empresa em São Paulo em até 15 dias”, disse Serra na abertura do fórum. O governador quer reverter o resultado de relatório anunciado pelo Banco Mundial no ano passado que indicou, no Brasil, um tempo médio de 152 dias para que a empresa possa funcionar com toda a documentação exigida por lei.

“O governador determinou que esse prazo seja drasticamente reduzido”, informou o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos. “Dentro de um ano, o cidadão poderá abrir uma empresa em, no máximo, duas semanas”, explica Afif.

Lei Geral

O outro projeto importante para o PED é a aprovação da Lei Geral Estadual das Micro e Pequenas Empresas. O objetivo é colocar o Simples Nacional em prática dentro de uma diretriz única do governo do Estado.

O PED será conduzido pelo Comitê Estadual de Desburocratização. Presidido pelo secretário Afif, o grupo é composto também pelos secretários de Administração e Gestão, Economia, Fazenda, Habitação, Segurança Pública, Meio Ambiente, justiça e Defesa da Cidadania, Habitação e também pelo Procurador Geral do Estado. Esse grupo vai desenvolver estudos, apresentar propostas, coordenar e monitorar a implantação de projetos de desburocratização.

Desatar o nó

Para dar total transparência ao Programa de Desburocratização e receber sugestões da população, foi criado o site www.desatarono.com.br. Segundo o secretário Afif, “vamos escrever a história da desburocratização a partir do testemunho de cada um”. O portal também vai trazer notícias, estudos, propostas, links interessantes e curiosidades sobre burocracia no mundo. “São Paulo está saindo na frente no combate à burocracia. Vamos desatar esse nó e atrair mais e novos negócios para o Estado”, concluiu Serra.

Fonte:
Eduardo Ritschel
Agência Sebrae de Notícias

terça-feira, 24 de abril de 2007

Consumidor deposita sentimentos e expectativas em embalagens

O consumidor brasileiro deposita muita expectativa em relação às embalagens, além de muitos sentimentos, disse a diretora executiva da ABRE (Associação Brasileira de Embalagens), Luciana Pellegrino.

As expectativas são depositadas porque o consumidor prevê a qualidade do produto por meio da embalagem, espera facilidade de manuseio e uma amplitude e clareza das informações descritas, afirmou a diretora com base no estudo "A percepção do consumidor em relação às embalagens", realizado pela Research Internacional para o Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE.

Sensações
De acordo com Luciana, a relação entre o consumidor e a embalagem é muito forte, já que envolve sentimentos de satisfação e prazer.

"E há uma relação inconsciente de empatia e identificação com este conjunto produto embalagem, satisfazendo a pessoa em suas necessidades reais (sede, fome, hidratação etc), mas também de forma subjetiva (a necessidade de se sentir melhor, de se cuidar, de fazer bem a um ente querido etc)".

Desconhecimento das necessidades
Luciana explicou que a embalagem é ferramenta de proteção, distribuição, preservação, aumento do tempo de vida do produto, de manuseio, forma de preparo, comunicação e de segurança alimentar. No entanto, este papel não é compreendido pelo consumidor, o que faz com que as pessoas somente tenham uma relação de marketing com a mercadoria.

Por este motivo é que os fabricantes de bens não duráveis fazem pesquisas para agradar cada público. "A preocupação é justamente colocar no mercado o maior número de opções possíveis para conseguir agradar a cada grupo de consumidores. Cada vez mais teremos embalagens e produtos personalizados para que cada pessoa possa ser atendida".

Pesquisa
Os consumidores do Reino Unido não têm a mesma relação de expectativas de sentimentos que os brasileiros e, além disso, ainda acham que o excesso de embalagem somente incomoda.

Isso porque, segundo pesquisa realizada pelo Institute of Grocery Distribuition, 30% dos consumidores do Reino Unido esperam que as redes de supermercados reduzam a quantidade de embalagens nos produtos, ante 19% que disseram somente comprar embalagens recicláveis.

Consumo consciente
Aqui no Brasil, Luciana disse que os índices de reciclagem são os maiores do mundo, como no caso do papelão ondulado e do alumínio.

"Para que a reciclagem cresça ainda mais, precisamos justamente trabalhar a educação ambiental, para que cada consumidor descarte seletivamente os resíduos recicláveis que gerou em sua casa ou durante o dia. Com a reciclagem, ganhos ambientais são computados há anos, trazendo também ganhos econômicos para empresas e consumidores".

Fonte: InfoMoney

Bolsa de Negócios: competitividade em ambiente eletrônico


A tecnologia ao alcance dos empresários. A Bolsa de Negócios representa um novo ambiente eletrônico que proporciona às micro e pequenas empresas de todo o País a ampliação da competitividade e da sua participação nos mercados nacional e internacional.

O Sebrae lançará a ferramenta, que cria oportunidades de ofertas e demandas para os pequenos negócios na internet, no dia 23 de maio em Brasília (DF).


Benefícios

"Muitos benefícios podem ser estimados. O projeto trará impactos no faturamento das empresas gerados pela participação na Bolsa de Negócios", relata a gerente de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional, Raissa Rossiter.

A gerente ainda diz que a meta é cadastrar cinco mil empresas já neste primeiro ano de implantação do projeto.


Funcionamento

Conforme veiculou a Agência Sebrae, a Bolsa de Negócios terá um cadastro único de empresas em todo o País e contará com conceitos de segmentação. O usuário poderá definir os temas e informações mais importantes para ele, colocando-os em sua home.

Poderão ser realizadas ofertas e demandas de produtos e serviços das pequenas empresas, possibilitando ao empreendedor a busca de novos fornecedores, distribuidores e clientes pela internet e estabelecendo, assim, uma variedade de oportunidades.

Controle: evitar desperdícios garante sucesso de empreendimento

InfoMoney
"Evitar desperdícios e oferecer ferramentas que proporcionem melhor conhecimento sobre as perdas internas da empresa [especialmente na produção, na administração e nas finanças] são fundamentais para a garantia do sucesso de um empreendimento", afirma a gestora do atendimento multissetorial do Sebrae Vales do Taquari e do Rio Pardo,
Patrícia da Silva Moraes.

Esta afirmativa serve de alerta para empresários que buscam minimizar os gastos e focar no crescimento do negócios.

De olho nos gastos
"Existem perdas impercebíveis, como gastos fora do planejamento e no processo de produção. Entretanto, o descontrole também pode ser um grande fator para aumento das perdas", explica o consultor do Sebrae-RS,
Sérgio Camei.

Para evitar o descontrole das finanças da empresa, é preciso medir e contar tudo. De acordo com o consultor, o empresário tem que controlar os gastos ou lucros para, a partir desse ponto, estar atenta às suas despesas.

"Ter uma percepção mais apurada dos seus negócios e planejar as suas atividades são fundamentais para evitar surpresas indesejáveis", conclui Camei.

Fonte:
Debora Amabile
InfoMoney

terça-feira, 3 de abril de 2007

Nova conta-salário permitirá que trabalhador negocie tarifas e serviços

A nova conta-salário, que entrou em vigor nesta segunda-feira (02), permite
que o trabalhador negocie tarifas e serviços, segundo a técnica
de proteção e defesa do consumidor do Procon-SP, Renata Reis.

Conforme divulgou a Agência Brasil, entre os possíveis benefícios,
Renata aponta menores encargos para a contratação de crediários,
empréstimos pessoais e cheque especial.


Escolha da instituição

"O consumidor vai estar armado para mexer com o mercado. Por isso, tem
que pesquisar, verificar qual o seu perfil e qual a instituição
que melhor se adequa, que tem preços mais convidativos", orienta
a técnica.


Ainda segundo a especialista, na hora de escolher o banco, é preciso
verificar as tarifas cobradas para a manutenção da conta, apurar
as vantagens dos pacotes de serviços e ficar atento aos percentuais de
encargos e juros pré-fixados, no caso de empréstimo pessoal e
cheque especial.


Principal mudança

A conta-salário, criada em 2000, permitia que o patrão negociasse
com o banco como seria o pagamento (em conta salário ou conta corrente
comum) do funcionário, que era obrigado a seguir a determinação,
sem poder negociar serviços e tarifas.


"Todas as vantagens que o correntista teria eram usufruídas pela
própria empresa, que negociava sua folha de pagamento com o banco",
admite o superintendente de projetos especiais da Federação Brasileira
de Bancos (Febraban), Jorge Higashino.


Segundo Higashino, com a nova conta-salário, o trabalhador não
fica mais vinculado ao banco que o patrão negociou, podendo escolher
o que presta um serviço melhor, tem melhores tarifas ou tem uma rede
que atende às suas necessidades.


Benefício ainda não vale para todos

Apesar das vantagens, nem todos os trabalhadores terão direito à
nova conta-salário já a partir desta segunda. Para alguns, o benefício
só começará a valer em 2009 e para outros, somente em 2012.


Neste primeiro momento, o pagamento em conta-salário só será
obrigatório para empresas privadas que tenham negociado suas folhas de
pagamento depois de 05 de setembro de 2006. Para os acordos anteriores, o prazo
vence em 02 de janeiro de 2009.


Para o servidor público, a regra é outra: se o contrato entre
o patrão e o banco foi fechado depois de 21 de dezembro de 2006, o trabalhador
só terá direito à escolha a partir de 2012.


Já para os contratos anteriores a essa data, há duas possibilidades:
os que forem adaptados às novas regras até 31 dezembro de 2008
terão o prazo para a conta-salário em 02 de janeiro de 2012 e
os que não forem, em 02 de janeiro de 2009.


Fonte: InfoPessoal

quinta-feira, 29 de março de 2007

Indústria do sono movimenta US$ 20 bilhões

Empresa Metro Naps oferece 'cápsulas do sono' e quer pegar carona neste mercado. Objetivo é proporcionar 15 minutos de descanso para quem trabalha longas horas.

A indústria do sono movimenta US$ 20 bilhões, com colchões, terapias e demais produtos desenvolvidos com a meta de garantir uma noite mais tranqüilas a insones de todo o mundo. Pegando carona neste mercado está a Metro Naps, de Nova York.

A empresa abriu sua primeira loja em Nova York em 2004, com o objetivo de permitir uma soneca de 15 minutos aos operadores da bolsa em Wall Street e hoje já três lojas nos EUA e outras na Austrália e na Inglaterra.

A Metro Naps, que surgiu a partir de uma incubadora tecnológica em uma universidade norte-americana, promete, com 15 minutos, recarregar as energias de quem trabalha longas horas.

A empresa tem cápsulas de alta tecnologia em que o usuário é colocado em uma posição confortável e ouve uma música relaxante. Para 15 minutos de relaxamento, o cliente paga US$ 14. Caso assine um programa mensal, o custo é de US$ 65.

Como estratégia de expansão, a Metro Naps quer fornecer suas cápsulas de relaxamento para academias de ginástica, spas, aeroportos e empresas interessadas em proporcionar alguns minutos de sono aos funcionários.

Fonte: G1

sexta-feira, 16 de março de 2007

Internet - Web 2.0 terá impacto decisivo sobre os negócios

Peter Sondergaard, chefe global da firma de pesquisas Gartner, afirmou aos diretores de empresas presentes na feira alemã CeBIT 2007 que nos próximos anos blogs e outras tecnologias da Web 2.0 terão impacto decisivo sobre o mundo dos negócios.

De acordo com o site ComputerWorld, Peter explicou que até o momento blogs e comunidades como o MySpace já entraram na vida dos consumidores, mas que o impacto será realmente grande nos próximos anos.

Atualmente a Web 2.0 já começou a ser utilizada como meio de divulgação e interação com os consumidores. Diversos executivos utilizam blogs para interagir com clientes, e ferramentas populares, como o Wiki (utilizado na enciclopédia virtual gratuita Wikipédia), já começam a ser comercializadas por empresas como IBM e Microsoft para interação e colaboração entre funcionários.

Um dos maiores representantes desta mudança, no entanto, talvez seja o mundo virtual Second Life, que já atraiu diversas grandes e pequenas empresas pela gigantesca possibilidade de marketing.

Para Peter, todo este movimento faz parte de uma lenta mudança no mundo dos negócios, no tocante ao provimento de produtos e serviços. "Esta é a próxima grande mudança na tecnologia. Durará 15 anos, mas são os próximos cinco anos que decidirão quais empresas prosperarão e tirarão vantagem das novas ferramentas", explicou

Ben Verwaayen, CEO da operadora British Telecom, diz que concorda com a importância das tecnologias, mas vê desafios em colocá-las em ação. "Ele é um consultor e eu sou um CEO. Ele não precisa se preocupar com o fato de poder ir preso, caso possua uma rede comunitária em sua organização e, através dela, sejam divulgadas informações financeiras", rebateu.

Verwaayen diz que a princípio o analista está certo, mas acredita que, mesmo abertos às novas tecnologias, os líderes devem decidir qual o tempo certo, e devem ter a "habilidade de resistir ao que está na moda".

Mas outros sinais de mudanças graças à Web 2.0 já podem ser vistos hoje em dia, como no caso do banco HSH Nordbank, de Luxemburgo, que criou um blog para que seus 130 funcionários discutissem, anonimamente, as diretrizes da companhia.

Em alguns casos de companhias financeiras, a adoção de serviços da Web 2.0 precisa enfrentar barreiras como regulamentações e a necessidade de uma segurança mais restrita, o que não foi impedimento para o Nordbank. "Se você pensar primeiro em regulamentos nunca fará nada", afirmou Manfred Reif, diretor gerencial do banco.

Sondergaard disse que a maior parte dos diretores é de "imigrantes digitais", o que dificulta o entendimento das novas tecnologias. "Os nativos digitais têm 16 anos de idade, são seus filhos e filhas", declarou, acrescentando que agora é o período de testar internamente estas ferramentas, porque estes "jovens nativos" decidirão como irão querer trabalhar e com quem farão negócios no futuro.

Fonte: Terra Tecnologia

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

CONSUMO - Terceira Idade

Ainda são poucos os empreendedores que apostam suas fichas em pessoas mais velhas.
Mas isso está mudando.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2005, 10% da população brasileira era formada por idosos - 4,4% com mais de 70 anos.
A parcela acima de 80 anos registrou o maior crescimento entre 1995 e 2005. Graças à expectativa de vida, que aumentou 3,4 anos, mais de 2,4 milhões de pessoas superaram a barreira dos 80 anos. Como o envelhecimento continua, os especialistas dizem que cada vez mais profissionais e empresas vão adaptar produtos e serviços para a terceira idade.

Fonte: Meu Próprio Negócio