Esse blog tem o intuito de proporcionar conhecimentos e informações relevantes ao campo da Administração!
Lembrando que estamos sempre abertos a dicas e opiniões que ajudem nosso blog a tornar-se cada vez melhor!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Teste sua capacidade de achar emprego
Como, então, saber se o profissional está procurando emprego corretamente, ou se está gastando seu tempo e desperdiçando oportunidades?
O teste “Você sabe buscar emprego?”, desenvolvido pela Manager Assessoria em Recursos Humanos, permite que o profissional reflita sobre suas habilidades e competências na busca de uma nova oportunidade. A ferramenta avalia desde o seu método de abordagem até o seu nível de atualização, fator fundamental para o sucesso na carreira hoje em dia.
A primeira etapa é composta por 20 questões, com as opções verdadeiro ou falso. Em seguida, o participante tem acesso às respostas corretas e às explicações sobre elas. Ao fim do teste, ele recebe o feedback de seu resultado, alertando sobre como estão suas habilidades e no que ele precisa melhorar.
Vale lembrar que muitos profissionais concentram-se no trabalho e no desenvolvimento de competências para a função, mas se esquecem de aprender a buscar o trabalho e o emprego. Com isso, perdem pontos na corrida pelo sucesso. Descubra se você é um desses.
O teste está disponível no site da Manager: www.assessoriarh.com/teste3.php
Fonte: UOL
Entrevista de emprego: cuidado com a linguagem não verbal
Em situação que as pessoas estão deslocadas de seu ambiente natural, ou seja, não estão entre amigos e familiares, é normal que utilizem mais a linguagem não verbal, como o que acontece nas entrevistas e dinâmicas de emprego. Mas neste momento, é preciso muita atenção a todas as atitudes tomadas, principalmente aos mínimos detalhes.
Expressão é fundamental
As pessoas que chegam à entrevista estão fora de seu ambiente e, por isso, estão certas se ficarem por mais tempo quietas. Falar muito pode incomodar, mas fazer caretas e se mostrar sério o tempo todo, também.
O entrevistador se sentirá mais confortável com quem conseguir transmitir uma emoção positiva, não sorrindo a todo o momento, mas sendo simpático e educado. Além disso, mostre segurança e não nervosismo.
Atente à postura
O candidato deve ficar à vontade, o que não significa sentar de qualquer jeito. O melhor será deixar a coluna ereta. Evite posições denominadas de fechamento: braços e pernas cruzadas, os quais demonstraram que você está fechado para novas oportunidades.
Para que as mãos não fiquem perdidas, descanse-as no colo. Outro ponto que deve ser observado são os gestos. Não gesticule de maneira exagerada, o que pode mostrar descontrole e nervosismo.
Movimentos lhe entregam
Alguns movimentos feitos com o corpo entregam a situação em que está vivendo e como está se sentindo. Bater os dedos na mesa, balançar muito as pernas, quebrar palitos e rasgar folhas são sinais de desconforto e nervosismo.
Nas entrevistas de emprego, se não conseguir se acalmar, pelo menos não demonstre tão claramente seu estado. Para isso, tente se controlar e mantenha-se sem movimento quando não for preciso.
Fonte: Infopessoal
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
(Local) Sucessão em empresa familiar é tema de palestra
Para Renato Bernhoeft, a grande maioria dos empreendedores brasileiros começaram com pequenos negócios, eram cidadãos humildes que tiveram que trabalhar muito para melhorar a qualidade de vida. O problema é que muitos desses empreendimentos cresceram bastante e se tornaram maior que a capacidade dos seus proprietários de gerenciar. “Empreendedor é aquele que constrói, empresário é o que perpetua a obra. Parte desse desafio depende do compromisso da família em se tornar uma família empresária. O ideal é que os filhos e os outros integrantes da família sejam preparados para administrar o empreendimento”, disse
Segundo o professor, muitas das grandes empresas do Brasil não estão sendo vendidas, mas compradas. A diferença é que a empresa comprada é posta venda em conseqüência de problemas familiares entre os herdeiros, que não se entendem. “Cerca de 65% das empresas familiares existentes no mundo desaparecem do mercado por causa de disputas internas. Isso acontece porque não há diálogo entre os familiares, principalmente quando se trata de questões delicadas. É natural que as diferenças existam, cabe aos integrantes sentarem e dialogarem. Tudo fica mais fácil quando o fundador toma a iniciativa e tenta solucionar os problemas com maturidade. Mas o que vemos é uma situação oposta, fundadores que são ótimos empreendedores, gerenciam seus negócios com eficiência, mas são pais ausentes”.
“O primeiro desafio dos herdeiros é ter uma conversa franca sobre a capacidade de se entender dentro da empresa. É primordial que essa conversa exista na família e que as dificuldades sejam debatidas e solucionadas. Outra alternativa é os filhos do dono trabalharem primeiro em empresas de terceiros, para que possam adquirir experiência, disciplina e comprometimento com o trabalho. Dessa forma, terão muito mais condição para assumir os negócios familiares”.
Renato Bernhoeft deixou bem claro que a empresa não é o local apropriado para se tentar ajudar e dar rumo a filhos problemáticos. “Os problemas familiares devem ser resolvidos em casa, com diálogo”, concluiu o consultor.
O projeto ‘Hora do Empreendedor’ é desenvolvido pelo Sebrae em Sergipe para estimular a cultura empreendedora entre os sergipanos. A proposta é possibilitar que eles tenham acesso a novas informações e conhecimentos por meio de palestras proferidas por profissionais de renome e com vasta experiência no mercado.
“Em março desse ano trouxemos para Aracaju o consultor e escritor Gustavo Cerbasi, que ministrou a palestra ‘Filhos Inteligentes Enriquecem Sozinhos – preparando filhos para lidar com o dinheiro’. Agora foi a vez do professor Renato Bernhoeft falar sobre questões e problemas que envolvem a sucessão empresarial familiar. O objetivo do Sebrae é facilitar a vida dos empreendedores sergipanos nas questões gerenciais, para que tenham condição de administrar seus empreendimentos da melhor forma possível, gerando novos postos de trabalho e recursos para o Estado”, explica Zezinho Guimarães, superintendente do Sebrae.
São parceiros do Projeto a Câmara de Dirigentes Lojistas de Aracaju, Conselho de Jovens Empreendedores, Livraria Escariz e Hotel Aquários. Informações na Unidade de Comunicação e Marketing do Sebrae, telefones (79) 2106-7758, 2106-7715 e 2106-7722. A sede do Sebrae está localizada na Avenida Tancredo Neves, 5500, Bairro América.
Fonte: ASN
"Cibervadiagem" no trabalho cresce no Brasil
O número é quase três vezes a média divulgada pela empresa em 2005: 2,1 horas. Em setembro de 2006, a pesquisa apontou o índice de 4,7 horas utilizadas para fins não-profissionais.
Visitas a sites noticiosos, financeiros, contas de e-mail pessoal, blogs e uso de comunicador instantâneo para conversar com amigos são atividades que se enquadram no território “não profissional”, de acordo com a pesquisa.
A média de “tempo perdido” nos quatro países latino-americanos pesquisados foi de 7,3 horas por semana. O México aparece com o maior “desperdício”, com média de 9,6 horas, e o Chile apresenta índice de cinco horas.
Mudança de hábito
Os sites financeiros monopolizaram a atenção dos brasileiros na navegação por conteúdo não relacionado ao trabalho. O tema economia, incluindo páginas de bancos, representou 76% dos acessos – 20% a mais que em 2006.
Fernando Fontão, executivo da Websense, diz que o aumento de tráfego em sites financeiros é justificado pela praticidade dos serviços. “É mais rápido pagar contas pela internet do que enfrentar fila do banco”, afirma.
Os sites de notícias caíram para o segundo lugar. Em 2006 eram responsáveis por 74% dos acessos, índice que caiu para 40% em 2007. Em terceiro lugar continuam os sites de e-mail pessoal, com 32% da preferência. As visitas a blogs cresceram de 4% para 14%, empatando com o uso de comunicadores VoIP (voz sobre IP), como o Skype.
Empresa insegura
Além do possível risco à produtividade no trabalho, a Websense alerta para a segurança das empresas, que podem ser vítimas da navegação pessoal de seus funcionários.
Informações sigilosas de uma empresa, por exemplo, podem vazar por e-mails pessoais e causar prejuízos – acidentalmente ou não. Mas o limite entre os direitos do funcionário e os deveres da empresa nem sempre é claro. Adauto de Mello Junior, diretor sênior de vendas da Websense para a América Latina, admite que “o pessoal e o profissional estão cada vez mais misturados”.
Foram entrevistadas 100 pessoas em cada país, sendo 50 usuários e 50 gerentes de Tecnologia da Informação. A Websense diz que as respostas foram espontâneas e não envolveram monitoramento.
Fonte: G1
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Quer abrir um negócio? Dicas para a escolha do sócio!
No início, tudo é maravilhoso, mas é quando os problemas aparecem que a relação pode se estreitar. Mesmo assim, devido aos recursos financeiros, é preciso ter um sócio. Sendo assim, o melhor é diminuir as chances de errar na escolha desta pessoa.
Honestidade
Histórias sobre sócios que deram um golpe e sumiram com grande quantidade de dinheiro não faltam. Quem nunca ouviu uma delas? Por este motivo, é preciso fazer uma seleção bem criteriosa, avaliando até o caráter da pessoa.
Tenha em mente que, se o candidato a sócio já trapaceou alguém, pode ser que não demore muito para que faça o mesmo com você. Honestidade: a pessoa que quer escolher tem esta qualidade?
Necessidade
A procura por um sócio não deve ser feita apenas por insegurança, seja pessoal, seja financeira. Veja se realmente sente necessidade de ter alguém opinando a todo o momento sobre suas atitudes e dizendo "não" quando você quiser dizer "sim".
Depois de analisada esta necessidade, faça um acordo honesto, colocando no papel se há maior poder de decisão para alguém ou condições financeiras privilegiadas. Haverá sócio maioritário?
Perfil
A pessoa que dividirá um negócio com você deve ter habilidades que complementem as suas. Verifique a compatibilidade de gênios. Além disso, avalie as qualidades e defeitos do candidato, para saber lidar com eles.
Analise com mais afinco se a pessoa escolhida for um parente. Será que conseguirão separar vida pessoal e profissional? O mais indicado, neste caso, é criar o costume de falar problemas de casa em casa, e do trabalho no trabalho.
Fonte: UOL
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Supersimples força empresa a apertar o cinto
Já entre aqueles que migraram para o Supersimples e tem direito à alíquota do INSS da empresa, há casos em que a opção é dispensar funcionários para compensar o fim dos créditos de ICMS, um das exigências da nova lei. “Para não ter que optar pelo Lucro Real, iremos dispensar cinco dos 50 funcionários”, diz o proprietário da Cammini Brasil Alimentação, Napoleão José da Silva, 42.
Outra alternativa encontrada pelas empresas é repassar parte do custo dos impostos ao preço final de produtos e serviços. “Para compensar o aumento de 25% na carga tributária, estamos pleiteando um aumento de 5% no preço do produto no varejo, mesmo sob o risco de perder competitividade. Caso contrário, seremos obrigados a dispensar um dos quinze funcionários”, explica Cláudio Fonseca, 52, diretor da Alinutri Alimentos.
O aumento da carga tributária também afetou os investimentos da empresa. “Estou com um projeto para ampliar minha linha de produção e contratar mais mão-de-obra, inclusive com crédito aprovado na Caixa Econômica Federal, mas tive de adiá-lo por conta do aumento da carga tributária”, afirma Fonseca.
Fonte: UOL
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
É mais fácil ser líder ou chefe ?
Chefiar é buscar resultados: planejar o trabalho de pessoas, organizar pessoas e recursos, controlar esses recursos. Essas são as funções básicas. Hoje, porém, propala-se que não basta estar focado nos resultados da empresa, mas no processo. Ou seja, como chegar lá, nos resultados, e bem. Com uma equipe motivada, inteira, coesa. Se o foco está nos resultados, chega-se nos números desejados, mas com uma equipe que pode estar em frangalhos!
Aparentemente é mais fácil ser chefe que líder, até porque o poder da posição de chefia fornece por si o aparato necessário. O líder, ao contrário, tem de se preocupar em conduzir pessoas e dar significado ao trabalho. Dar aos liderados uma causa e fazê-los querer defender essa causa.
No mundo atual não basta ser chefe. É preciso ser também líder.
As empresas querem tanto valor agregado que é preciso estar mergulhado no trabalho, envolvido. Assim os funcionários -os chamados colaboradores- precisam de um profissional que os lidere no sentido de motivá-los para o trabalho.
Historicamente, temos exemplos de pessoas que são/foram líderes natos. Muitas vezes de discutida e controvertida liderança, como Hitler ou Osama bin Laden. Outras capazes de ter a simpatia até de quem não compartilhasse de seus ideais, como Martin Luther King. Mas, de qualquer forma, líderes naturais.
Considerando especialmente o contexto atual, de um mercado altamente competitivo e de pessoas que buscam estar cada vez mais preparadas para enfrentá-lo, que competências podem ser desenvolvidas?
Um profissional pode se transformar – ou se "descobrir" – num ser capaz de fazer coincidir os objetivos da empresa com os das pessoas que têm a função de mantê-la viva e atuante. De agregar valor ao que o chefe de antigamente fazia - não apenas chegar ao resultado esperado, mas chegar a ele com um significado para as pessoas envolvidas.
O líder é aquele que consegue olhar para o seu grupo de trabalho e transmitir a ele um desafio claro, os objetivos que o compõem e a motivação necessária para atingi-los.
Atualmente, o discurso do líder está na boca de todo chefe. Mas há uma discrepância, uma dissonância, e grande, entre o discurso e a prática – talvez até ainda inconsciente. Mudou-se a forma de pensar, mas não se conseguiu introduzir um novo comportamento, um novo hábito. Na maioria das organizações está-se ainda no primeiro estágio – o de tomar consciência de que é preciso olhar para o grupo de trabalho de uma nova forma. O gestor ainda ouve muito pouco as pessoas à sua volta. Sua capacidade perceptiva ainda é baixa.
Mas como um passo só pode ser dado depois de outro, vamos olhar com otimismo e motivação o estágio em que nos encontramos. Qualquer caminho só se constrói com o próprio caminhar. E nós já estamos no caminho.
Maria de Fátima Ohl Braga , pedagoga pela PUC/SP, é diretora da área de planejamento organizacional da Ohl Braga Consultoria.
Por Maria de Fátima Ohl Braga
Fonte: Administradores.com.br
Planejamento financeiro ajuda a aproveitar a vida. Confira os 10 mandamentos!
No entanto, engana-se quem imagina que planejar é nunca gastar e apenas poupar. "Dinheiro é bom e também foi feito para ser gasto e nos ajudar a aproveitar a vida. No entanto, de nada adianta consumir descontroladamente e sentir um grande prazer imediato, se horas depois a pessoa vai se culpar por ter gasto mais do que poderia", explica a diretora-presidente da Gradual Corretora, Fernanda de Lima.
Em palestra realizada na terça-feira (28) para membros do clube de investimentos Gradual Mulher, Fernanda explicou que com um bom planejamento financeiro é possível descobrir quais gastos estão sendo excessivos e quais hábitos de consumo podem ser alterados para que a pessoa consiga ter uma vida financeiramente tranquila. "Muita gente faz planilha de gastos e se acostuma a fechar o mês no vermelho, sem detectar e modificar os vilões do seu orçamento. Um bom planejamento é aquele em que a pessoa consegue, mensalmente, gastar menos do que a renda que ela têm disponível".
Os dez mandamentosQuem deseja realizar um planejamento eficaz precisa estar atento a situações em que os gastos e a renda não estejam em harmonia, ou seja, situações que levam a gastar mais do que se ganha.Para tornar o planejamento mais fácil de ser realizado, a palestrante elaborou uma lista intitulada "Os 10 mandamentos do Planejamento Financeiro".
Confira as dicas.
1. Procure entender seu padrão de renda - de acordo com Fernanda, muita gente superestima o valor que ganha, seja considerando o salário bruto - ao invés do líquido -, ou considerando como ganho fixo o valor proveniente de um bônus especial, por exemplo. Para conseguir realizar um planejamento eficaz, é preciso considerar apenas o valor real que será recebido em cada mês, e a partir desse valor estabelecer quais gastos poderão ser realizados;
2. Analise para onde está indo seu dinheiro - antes de fazer uma compra o ideal é se questionar para ter a certeza de que o seu dinheiro está sendo bem gasto. Perguntar se você quer, precisa e pode ter o objeto a ser consumido é o primeiro passo. Além disso, vale ainda questionar se a compra vai mudar sua vida. Com respostas positivas, você terá a certeza de estar fazendo uma boa compra;
3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos - muitas vezes as pessoas gastam com pequenas coisas e não percebem que, no final de um mês, por exemplo, o valor gasto não é nada pequeno. Se considerarmos o cafezinho após o almoço (cerca de R$ 1,50), no final do mês serão R$ 45 que você nem se deu conta de que gastou. Pode parecer pouco, mas no final do ano a soma será de R$ 540, o suficiente para dar início a um investimento, por exemplo;
4. Faça seguro - apesar de muitas pessoas considerarem o seguro um gasto desnecessário, ele é a garantia de não ter de desembolsar um grande valor não previsto caso aconteça algo inesperado. "O seguro é a mensalização do inesperado, ou seja, você paga mensalmente para não ser pego desprevenido caso você bata o carro, por exemplo. Se isso acontecer e você não tiver seguro, terá que despender para o conserto um valor para o qual não estava preparado. Com o seguro você estará livre desse problema", garante Fernanda;
5. Use crédito de forma consciente - é preciso que as pessoas tenham consciência de que o crédito é um produto financeiro e, portanto, tem custos. Isso não significa que ele seja ruim, e sim que ele deve ser utilizado com responsabilidade, ou seja, é preciso evitar fazer um empréstimo para gastar em coisas que não sejam fundamentais. Fernanda dá outra dica: "Em caso de empréstimo no banco, planeje-se para que as parcelas não sejam superiores a 10% da sua renda mensal";
6. Faça um plano de ação e siga-o à risca - se você está fechando todos os meses no vermelho, pare, reveja seus gastos e mude alguns hábitos. Determine quais gastos devem ser eliminados e quais serão mantidos até que a situação se equilibre e você consiga poupar um pouquinho ao final do mês. Uma vez estabelecidas as alterações, siga-as! Caso seja necessário incluir um novo gasto, por exemplo, não tenha medo de fazê-lo, mas busque alternativas para suprir essa nova despesa do seu orçamento;
7. Comece a poupar e monte reserva de emergência - o ideal é que todas as pessoas possuam um fundo de reserva, ou seja, tenham guardado seis vezes o valor das despesas correntes mensais. Isso significa que para quem gasta R$ 2 mil/mês, é importante manter uma reserva de emergência no valor de R$ 12 mil. "Seis meses é o tempo médio que um executivo demora para conseguir um novo cargo, caso perca seu trabalho. A reserva serve para que as pessoas tenham um respaldo na hora de enfrentar situações não previstas", alerta a especialista;
8. Estabeleça sua estratégia de investimentos - na hora de iniciar um investimento o ideal é estabelecer uma meta. É sempre mais fácil guardar dinheiro se você tem um objetivo em mente, como comprar um carro ou fazer uma reserva de emergência, por exemplo. Também é ideal determinar o valor e um período para ele ser alcançado. Só assim você saberá quanto deve guardar por mês e se policiar para atingir sua meta;
9. Mantenha-se informado e invista continuamente no seu aprimoramento - educação financeira é fundamental para conseguir ter um planejamento eficaz. Saber onde gastar, como poupar e qual a melhor forma de investir são fatores que poderão mudar significativamente sua vida financeira. "Quando a pessoa tem conhecimento, ela consegue bons resultados mesmo sem ter muito dinheiro para investir, por exemplo. Muitas vezes, ela consegue juntar mais dinheiro do que aqueles que guardam maiores valores, mas não sabem como poupar";
10. Continue poupando e aproveite a vida... - poupar é fundamental. Guardar uma quantia que lhe garanta uma vida e um futuro tranquilo é muito importante. No entanto, não vale a pena só guardar e não aproveitar as coisas boas que o dinheiro pode oferecer. "Dinheiro não traz felicidade, são as coisas que ele proporciona que trazem. Isso inclui estabilidade financeira e tranquilidade. Uma pessoa com um bom planejamento é aquela que sabe gastar em boas coisas, mas também sabe poupar para não precisar se preocupar no futuro", garante Fernanda.
Fonte: UOL Economia