Esse blog tem o intuito de proporcionar conhecimentos e informações relevantes ao campo da Administração!

Lembrando que estamos sempre abertos a dicas e opiniões que ajudem nosso blog a tornar-se cada vez melhor!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Supersimples força empresa a apertar o cinto

Com o aumento real de até 33% da carga tributária devido ao Supersimples, muitos micro e pequenos empresários já estudam alternativas de corte de gastos. No Candinho Assessoria Contábil, um dos maiores escritórios de Santo André, com cerca de 500 clientes, cerca de 70% já estudam cortes nas despesas, investimentos, treinamento e mão-de-obra. Em alguns casos, principalmente no setor do comércio, empresas estão sendo obrigadas a sair do Simples para o Lucro Real para poder transferir créditos do ICMS e não dispensar funcionários. Algumas empresas, porém, estudam trocar parte de seu efetivo contratado por meio da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) por estagiários, o que reduziria custos na folha de pagamento.

Já entre aqueles que migraram para o Supersimples e tem direito à alíquota do INSS da empresa, há casos em que a opção é dispensar funcionários para compensar o fim dos créditos de ICMS, um das exigências da nova lei. “Para não ter que optar pelo Lucro Real, iremos dispensar cinco dos 50 funcionários”, diz o proprietário da Cammini Brasil Alimentação, Napoleão José da Silva, 42.

Outra alternativa encontrada pelas empresas é repassar parte do custo dos impostos ao preço final de produtos e serviços. “Para compensar o aumento de 25% na carga tributária, estamos pleiteando um aumento de 5% no preço do produto no varejo, mesmo sob o risco de perder competitividade. Caso contrário, seremos obrigados a dispensar um dos quinze funcionários”, explica Cláudio Fonseca, 52, diretor da Alinutri Alimentos.

O aumento da carga tributária também afetou os investimentos da empresa. “Estou com um projeto para ampliar minha linha de produção e contratar mais mão-de-obra, inclusive com crédito aprovado na Caixa Econômica Federal, mas tive de adiá-lo por conta do aumento da carga tributária”, afirma Fonseca.

Fonte: UOL

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

É mais fácil ser líder ou chefe ?

Já se definiu líder como aquele que tem seguidores, atraídos pelo carisma. A autoridade de um chefe, por sua vez, advém da autoridade conferida pelo cargo. Assim, todo líder tem perfeitas condições de ser chefe. Mas e o contrário, é possível?

Chefiar é buscar resultados: planejar o trabalho de pessoas, organizar pessoas e recursos, controlar esses recursos. Essas são as funções básicas. Hoje, porém, propala-se que não basta estar focado nos resultados da empresa, mas no processo. Ou seja, como chegar lá, nos resultados, e bem. Com uma equipe motivada, inteira, coesa. Se o foco está nos resultados, chega-se nos números desejados, mas com uma equipe que pode estar em frangalhos!

Aparentemente é mais fácil ser chefe que líder, até porque o poder da posição de chefia fornece por si o aparato necessário. O líder, ao contrário, tem de se preocupar em conduzir pessoas e dar significado ao trabalho. Dar aos liderados uma causa e fazê-los querer defender essa causa.

No mundo atual não basta ser chefe. É preciso ser também líder.

As empresas querem tanto valor agregado que é preciso estar mergulhado no trabalho, envolvido. Assim os funcionários -os chamados colaboradores- precisam de um profissional que os lidere no sentido de motivá-los para o trabalho.

Historicamente, temos exemplos de pessoas que são/foram líderes natos. Muitas vezes de discutida e controvertida liderança, como Hitler ou Osama bin Laden. Outras capazes de ter a simpatia até de quem não compartilhasse de seus ideais, como Martin Luther King. Mas, de qualquer forma, líderes naturais.

Considerando especialmente o contexto atual, de um mercado altamente competitivo e de pessoas que buscam estar cada vez mais preparadas para enfrentá-lo, que competências podem ser desenvolvidas?

Um profissional pode se transformar – ou se "descobrir" – num ser capaz de fazer coincidir os objetivos da empresa com os das pessoas que têm a função de mantê-la viva e atuante. De agregar valor ao que o chefe de antigamente fazia - não apenas chegar ao resultado esperado, mas chegar a ele com um significado para as pessoas envolvidas.

O líder é aquele que consegue olhar para o seu grupo de trabalho e transmitir a ele um desafio claro, os objetivos que o compõem e a motivação necessária para atingi-los.

Atualmente, o discurso do líder está na boca de todo chefe. Mas há uma discrepância, uma dissonância, e grande, entre o discurso e a prática – talvez até ainda inconsciente. Mudou-se a forma de pensar, mas não se conseguiu introduzir um novo comportamento, um novo hábito. Na maioria das organizações está-se ainda no primeiro estágio – o de tomar consciência de que é preciso olhar para o grupo de trabalho de uma nova forma. O gestor ainda ouve muito pouco as pessoas à sua volta. Sua capacidade perceptiva ainda é baixa.

Mas como um passo só pode ser dado depois de outro, vamos olhar com otimismo e motivação o estágio em que nos encontramos. Qualquer caminho só se constrói com o próprio caminhar. E nós já estamos no caminho.

Maria de Fátima Ohl Braga , pedagoga pela PUC/SP, é diretora da área de planejamento organizacional da Ohl Braga Consultoria.

Por Maria de Fátima Ohl Braga

Fonte: Administradores.com.br

Planejamento financeiro ajuda a aproveitar a vida. Confira os 10 mandamentos!

SÃO PAULO - Planejar. Essa é a palavra chave para qualquer pessoa que deseja ter uma relação saudável com suas finanças.

No entanto, engana-se quem imagina que planejar é nunca gastar e apenas poupar. "Dinheiro é bom e também foi feito para ser gasto e nos ajudar a aproveitar a vida. No entanto, de nada adianta consumir descontroladamente e sentir um grande prazer imediato, se horas depois a pessoa vai se culpar por ter gasto mais do que poderia", explica a diretora-presidente da Gradual Corretora, Fernanda de Lima.

Em palestra realizada na terça-feira (28) para membros do clube de investimentos Gradual Mulher, Fernanda explicou que com um bom planejamento financeiro é possível descobrir quais gastos estão sendo excessivos e quais hábitos de consumo podem ser alterados para que a pessoa consiga ter uma vida financeiramente tranquila. "Muita gente faz planilha de gastos e se acostuma a fechar o mês no vermelho, sem detectar e modificar os vilões do seu orçamento. Um bom planejamento é aquele em que a pessoa consegue, mensalmente, gastar menos do que a renda que ela têm disponível".

Os dez mandamentosQuem deseja realizar um planejamento eficaz precisa estar atento a situações em que os gastos e a renda não estejam em harmonia, ou seja, situações que levam a gastar mais do que se ganha.Para tornar o planejamento mais fácil de ser realizado, a palestrante elaborou uma lista intitulada "Os 10 mandamentos do Planejamento Financeiro".

Confira as dicas.

1. Procure entender seu padrão de renda - de acordo com Fernanda, muita gente superestima o valor que ganha, seja considerando o salário bruto - ao invés do líquido -, ou considerando como ganho fixo o valor proveniente de um bônus especial, por exemplo. Para conseguir realizar um planejamento eficaz, é preciso considerar apenas o valor real que será recebido em cada mês, e a partir desse valor estabelecer quais gastos poderão ser realizados;

2. Analise para onde está indo seu dinheiro - antes de fazer uma compra o ideal é se questionar para ter a certeza de que o seu dinheiro está sendo bem gasto. Perguntar se você quer, precisa e pode ter o objeto a ser consumido é o primeiro passo. Além disso, vale ainda questionar se a compra vai mudar sua vida. Com respostas positivas, você terá a certeza de estar fazendo uma boa compra;

3. Reflita sobre a qualidade dos seus gastos e reveja hábitos - muitas vezes as pessoas gastam com pequenas coisas e não percebem que, no final de um mês, por exemplo, o valor gasto não é nada pequeno. Se considerarmos o cafezinho após o almoço (cerca de R$ 1,50), no final do mês serão R$ 45 que você nem se deu conta de que gastou. Pode parecer pouco, mas no final do ano a soma será de R$ 540, o suficiente para dar início a um investimento, por exemplo;

4. Faça seguro - apesar de muitas pessoas considerarem o seguro um gasto desnecessário, ele é a garantia de não ter de desembolsar um grande valor não previsto caso aconteça algo inesperado. "O seguro é a mensalização do inesperado, ou seja, você paga mensalmente para não ser pego desprevenido caso você bata o carro, por exemplo. Se isso acontecer e você não tiver seguro, terá que despender para o conserto um valor para o qual não estava preparado. Com o seguro você estará livre desse problema", garante Fernanda;

5. Use crédito de forma consciente - é preciso que as pessoas tenham consciência de que o crédito é um produto financeiro e, portanto, tem custos. Isso não significa que ele seja ruim, e sim que ele deve ser utilizado com responsabilidade, ou seja, é preciso evitar fazer um empréstimo para gastar em coisas que não sejam fundamentais. Fernanda dá outra dica: "Em caso de empréstimo no banco, planeje-se para que as parcelas não sejam superiores a 10% da sua renda mensal";

6. Faça um plano de ação e siga-o à risca - se você está fechando todos os meses no vermelho, pare, reveja seus gastos e mude alguns hábitos. Determine quais gastos devem ser eliminados e quais serão mantidos até que a situação se equilibre e você consiga poupar um pouquinho ao final do mês. Uma vez estabelecidas as alterações, siga-as! Caso seja necessário incluir um novo gasto, por exemplo, não tenha medo de fazê-lo, mas busque alternativas para suprir essa nova despesa do seu orçamento;

7. Comece a poupar e monte reserva de emergência - o ideal é que todas as pessoas possuam um fundo de reserva, ou seja, tenham guardado seis vezes o valor das despesas correntes mensais. Isso significa que para quem gasta R$ 2 mil/mês, é importante manter uma reserva de emergência no valor de R$ 12 mil. "Seis meses é o tempo médio que um executivo demora para conseguir um novo cargo, caso perca seu trabalho. A reserva serve para que as pessoas tenham um respaldo na hora de enfrentar situações não previstas", alerta a especialista;

8. Estabeleça sua estratégia de investimentos - na hora de iniciar um investimento o ideal é estabelecer uma meta. É sempre mais fácil guardar dinheiro se você tem um objetivo em mente, como comprar um carro ou fazer uma reserva de emergência, por exemplo. Também é ideal determinar o valor e um período para ele ser alcançado. Só assim você saberá quanto deve guardar por mês e se policiar para atingir sua meta;

9. Mantenha-se informado e invista continuamente no seu aprimoramento - educação financeira é fundamental para conseguir ter um planejamento eficaz. Saber onde gastar, como poupar e qual a melhor forma de investir são fatores que poderão mudar significativamente sua vida financeira. "Quando a pessoa tem conhecimento, ela consegue bons resultados mesmo sem ter muito dinheiro para investir, por exemplo. Muitas vezes, ela consegue juntar mais dinheiro do que aqueles que guardam maiores valores, mas não sabem como poupar";

10. Continue poupando e aproveite a vida... - poupar é fundamental. Guardar uma quantia que lhe garanta uma vida e um futuro tranquilo é muito importante. No entanto, não vale a pena só guardar e não aproveitar as coisas boas que o dinheiro pode oferecer. "Dinheiro não traz felicidade, são as coisas que ele proporciona que trazem. Isso inclui estabilidade financeira e tranquilidade. Uma pessoa com um bom planejamento é aquela que sabe gastar em boas coisas, mas também sabe poupar para não precisar se preocupar no futuro", garante Fernanda.

Fonte: UOL Economia

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Carta aberta sobre a plenária Discussão da Frente de Paralisação com os Centros e Diretórios Acadêmicos"

Universidade Federal de Sergipe
Centro Acadêmico de Administração – CAAD/UFS - Gestão “Identidade Estudantil”

São Cristóvão, 10 de julho de 2007

O Centro Acadêmico de Administração – CAAD/UFS - Gestão “Identidade Estudantil”, vem através deste comunicado informar os motivos do não comparecimento de seus membros a este evento, desde este momento pedindo sinceras desculpas pela sua ausência.
Por motivos profissionais de seus membros ativos, e pela viagem de um deles para representar este centro no CONUNE, em Brasília, na última semana, não houve o tempo necessário para articular-se em enviar um dos seus supracitados membros a esta reunião.
Aproveitamos o comunicado para reiterar nossa posição diante desta paralisação, a qual nosso quadro estudantil está participando: Neutralidade. Optamos por esta posição, primeiramente, por entender que sem uma consulta prévia aos nossos representados não temos o direito, enquanto entidade de representação estudantil, em dar uma opinião que seja díspare do interesse da totalidade (ou da maioria) dos seus membros; em segundo momento, respeitamos as manifestações em assembléia que deflagrou a paralisação, entendendo que este é o momento propício para que sejam feitos os questionamentos relacionados à entidade de ensino público a qual estamos vinculados, fazendo que o movimento de paralisação traga a reflexão da comunidade acadêmica todo o processo (lento e gradual) de sucateamento da máquina pública, principalmente no que abrange a educação superior, de qualidade e instrumento de inclusão social.
Diante deste panorama, escolhemos por respeitar o que foi colocado em assembléia ATÉ UMA POSSÍVEL VOTAÇÃO EM CARÁTER DE CONSULTA AOS ESTUDANTES DE ADMINISTRAÇÃO, cujo resultado definirá a posição definitiva do CAAD sobre a paralisação.
O departamento de administração, em acordo junto aos estudantes e professores cancelou suas atividades acadêmicas, salvo quando a turma e o professor que leciona a disciplina entram em acordo e decidem em conjunto se as aulas devem prosseguir ou não durante o período de paralisação; neste caso, o CAAD não intervém na questão, mas está em plena vigilância sobre possíveis excessos por parte dos docentes do departamento.
Com relação à próxima votação, que será realizada nesta quarta-feira, 11 de julho, o CAAD manifesta seu apoio para que o pleito a ser realizado seja feito de forma idônea, evitando que seu processo esteja passível de falhas e fraudes diversas. Sugerimos que a votação seja feita por cédulas, e que a Frente de Paralisação providencie as listas dos alunos devidamente matriculados na instituição, para que sejam minimizadas as possibilidades de falhas e fraudes. Além de manifestar nosso apoio com relação a assembléia, a gestão coloca-se à disposição da Frente de Paralisação para operacionalizar a mesma.

Prosseguindo, lamentamos que alguns estudantes não saibam respeitar opiniões divergentes de grupos que querem o retorno as aulas, e vice-versa. Entendemos que o debate deve ser levado de forma salutar, no qual todos tenham o direito de falar e serem ouvidos, a fim de que possamos fortalecer as reivindicações e possamos levá-las adiante com o objetivo de lograr sucesso nesta empreitada. Repudiamos qualquer tipo de utilização deste movimento para promoção político-partidária ou de qualquer outro interesse não correlato à questão de melhorias para o ensino público do qual usufruímos e desejamos que nossos descendentes possam usufruir; com relação a este ponto, pedimos que a Frente de Paralisação seja mais atenta com possíveis indivíduos/organizações que adotem esta postura. Sentimos também pela pouca sensibilidade da reitoria em reunir-se com os alunos e procurar construir em conjunto o processo de expansão da universidade, que para alguns tem sido um verdadeiro martírio, por não existirem, para alguns dos novos cursos ofertados pela UFS, as condições necessárias para seu funcionamento de forma satisfatória.
Para finalizar, afirmamos que este é o momento mais propício, em décadas, de discutirmos os rumos da universidade pública, gratuita, que forme profissionais e principalmente cidadãos com qualidade e que seja instrumento de inclusão e ascensão social. A gestão “Identidade Estudantil” torna pública sua opção de neutralidade, respeita as opiniões com relação ao movimento de paralisação e colocando-se à disposição para participar de um movimento que discuta, mas que seja construtivo, respeitoso no embate de idéias e parceiro, para que possamos construir uma UFS melhor, um movimento estudantil com mais força e abrangência e um país com mais vigor e identidade.

Agradecemos a compreensão de todos.
Diego Rodrigues Santos
Coordenador Geral - Centro Acadêmico de Administração – CAAD/UFS Gestão “Identidade Estudantil” 2006-2007

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Reforma da Grade Curricular - ADM UFS

Muitos alunos cobraram ao Departamento de Administração e ao Centro Acadêmico de Administração alguma posição sobre a Reformulação da Grade Curricular do Curso de Administração.

O Centro Acadêmico de Administração, Gestão “Identidade Estudantil” vem aqui esclarecer como anda o processo.

Foi planejada a formação de uma comissão para avaliação da atual grade e sugestões de mudança onde três professores se dispuseram a participar e o CAAD teve que indicar o nome de três alunos. Bem, numa determinada reunião do Departamento de Administração, onde não haviam representantes discentes, ou seja, só haviam alguns professores, foi eleita uma comissão com três professores, nomes diferentes em relação à formação anterior, e desta vez sem representante discente. Não sabemos o porquê.

Acreditamos e confiamos em nossos mestres!

Ontem, 21 de Junho de 2007, representando o CAAD, Rafael e Diego se fizeram presentes numa reunião do DAD para a “apresentação” das alterações da nossa grade curricular e absorvemos o seguinte:

A comissão está se baseando nas grades curriculares das melhores Universidades de Administração do País e do mundo para que a nossa grade esteja no mesmo padrão, onde algumas matérias serão excluídas do currículo e seu conteúdo será absorvido por outras matérias já existentes; outras matérias mudarão de nomenclatura para se adaptarem às necessidades do que será alterado em sua ementa; algumas mudarão de categoria, ou seja, de obrigatória para optativa ou o contrário; e tem várias matérias interessantes que serão incluídas em nosso currículo, tanto obrigatórias quanto optativas e não podemos deixar de citar que o número de matérias que são pré-requisito está sendo reduzido, ou seja, facilitando assim a matrícula em várias disciplinas.

É importante ressaltar que, apesar de ter uma comissão responsável pela avaliação, os professores de cada área estão inteirados no processo, sugerindo e justificando cada alteração nas disciplinas de suas respectivas áreas de especialização.

Questionamos à Comissão de Avaliação da Grade se nós estudantes não teríamos participação no supracitado processo e pedimos para que pudéssemos discutir em Assembléia Geral Extraordinária a opinião dos alunos do curso em relação à grade sugestão e nos foi informado que teríamos o nosso espaço assim que a Grade Sugestão estiver pronta.

Apesar de o processo estar sendo agilizado, a grade, se aprovada, só será aplicada a partir do período 2008/1.

Estamos aguardando mais novidades para informar-lhes.

Fiquem à vontade para solicitar-nos informações e esclarecimentos sobre esse assunto e sobre qualquer outro que seja de nossa competência responder.

Atenciosamente,

Rafael Rodrigues França
Centro Acadêmico de Administração
Gestão “Identidade Estudantil”

terça-feira, 29 de maio de 2007

Aplicação da Lei Geral vai reduzir prazo para abrir empresa

“O apoio às micro e pequenas empresas é uma questão de justiça e inteligência”, definiu o governador de São Paulo, José Serra. Na tarde desta sexta-feira (25), ele anunciou que esse é o primeiro desafio do Programa Estadual de Desburocratização (PED).

O governador falou durante o Fórum ‘A Nova Realidade para os Pequenos Negócios com a Lei Geral’, no auditório do Palácio dos Bandeirantes do governo de São Paulo. O evento promovido pelo Sebrae no Estado e parceiros encerra um ciclo de nove palestras que aconteceram nos últimos dois meses em todo o Estado.

“Vamos criar as condições para que se possa abrir uma empresa em São Paulo em até 15 dias”, disse Serra na abertura do fórum. O governador quer reverter o resultado de relatório anunciado pelo Banco Mundial no ano passado que indicou, no Brasil, um tempo médio de 152 dias para que a empresa possa funcionar com toda a documentação exigida por lei.

“O governador determinou que esse prazo seja drasticamente reduzido”, informou o secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Guilherme Afif Domingos. “Dentro de um ano, o cidadão poderá abrir uma empresa em, no máximo, duas semanas”, explica Afif.

Lei Geral

O outro projeto importante para o PED é a aprovação da Lei Geral Estadual das Micro e Pequenas Empresas. O objetivo é colocar o Simples Nacional em prática dentro de uma diretriz única do governo do Estado.

O PED será conduzido pelo Comitê Estadual de Desburocratização. Presidido pelo secretário Afif, o grupo é composto também pelos secretários de Administração e Gestão, Economia, Fazenda, Habitação, Segurança Pública, Meio Ambiente, justiça e Defesa da Cidadania, Habitação e também pelo Procurador Geral do Estado. Esse grupo vai desenvolver estudos, apresentar propostas, coordenar e monitorar a implantação de projetos de desburocratização.

Desatar o nó

Para dar total transparência ao Programa de Desburocratização e receber sugestões da população, foi criado o site www.desatarono.com.br. Segundo o secretário Afif, “vamos escrever a história da desburocratização a partir do testemunho de cada um”. O portal também vai trazer notícias, estudos, propostas, links interessantes e curiosidades sobre burocracia no mundo. “São Paulo está saindo na frente no combate à burocracia. Vamos desatar esse nó e atrair mais e novos negócios para o Estado”, concluiu Serra.

Fonte:
Eduardo Ritschel
Agência Sebrae de Notícias

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Palestra Grátis e Curso para Bolsa de Valores :

Pedido de divulgação enviado por Natassia Muricy e por nossa colega Luana Kisaki.
Quem puder, participe! É muito bom.

>>> Da Palestra na Unit

*Clique na imagem para visualizar em maior definição

>>>Do Curso da Bolsa em Aracaju

*Clique na imagem para visualizar em maior definição

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Artigo: Plano de Carreira para Universitários

*Por Ari Lima


É possível elaborar um plano básico de marketing pessoal e profissional para estudantes universitários, e implantá-lo em sete semanas ou menos. O conteúdo deste artigo faz parte do modelo de cursos intensivos e palestras que ministramos em universidades, e tem como grande vantagem a facilidade de sua implantação por qualquer estudante, desde que seja corretamente orientado.


Por que ter um plano de marketing pessoal?
O objetivo deste plano é dar uma vantagem competitiva ao estudante, preparando-o antecipadamente para posicionar-se de maneira adequada no mercado de trabalho. Assim, conseguirá enfrentar de maneira competitiva outros profissionais que estejam eventualmente buscando uma inserção no mercado.
Existem tendências de mercado provocando mudanças na forma como as empresas estão buscando o “novo profissional” para atender suas necessidades e de seus clientes. Estas empresas não mais oferecerão o emprego tradicional, e sim oferta de trabalho, cobrando dos profissionais apenas o resultado, independente do modo como será feito.
Precisam de homens e mulheres que tenham um perfil mais empreendedor e menos voltado para tarefas repetitivas e habituais. Baseado nesta tendência de mercado, elaboramos um plano básico de marketing pessoal e de fácil implantação, para possibilitá-lo começar a gerir sua carreira ainda dentro da universidade.
Plano de marketing pessoal
Podemos dividir o plano de carreira em dois conjuntos de ações:
  • o desenvolvimento das competências essenciais a todo profissional moderno;
  • utilização de ferramentas de marketing para promoção pessoal e profissional.

Etapas para implantação do plano de marketing pessoal

Para efeito didático e facilitar sua implantação, dividimos este plano em sete etapas que devem ser implantadas em seqüência. Como sugestão, propomos ao estudante desenvolver cada etapa em uma semana, para que ao final da sétima semana já tenha o plano de marketing pessoal em funcionamento.

Primeira etapa – Documentação do plano. Defina objetivos pessoais e profissionais, bem como metas para serem atingidas a curto, médio e longo prazo. Nesta etapa, busque fazer uma reflexão pessoal, analisando em que ponto está sua vida profissional e pessoal, bem como onde pretende chegar.

Segunda etapa - Pesquise, analise e estude seu mercado de trabalho, seus concorrentes e seus futuros clientes (pessoas ou empresas). Desenvolva uma marca pessoal e também defina produtos ou serviços que irá oferecer ao mercado.

Terceira etapa – Faça uma análise e desenvolva suas competências pessoais que são essenciais ao mercado:

  • auto-motivação – capacidade de se auto motivar, independente da situação ou da tarefa que precise realizar;
  • bom humor – capacidade de gerenciar o próprio estado de espírito, evitando deixar que situações desagradáveis de sua vida pessoal possam influir negativamente no desempenho profissional;
  • relacionamento interpessoal – capacidade de se comunicar de maneira positiva e harmônica com outras pessoas, desenvolvendo relacionamentos e laços de respeito mútuo;
  • capacidade de produzir conhecimento – desenvolver continuamente conhecimentos que sejam necessários para o crescimento profissional e pessoal relacionados ao contexto do mercado em que estiver inserido;
  • liderança – capacidade de tomar a iniciativa, trabalhar em equipe, e influenciar positivamente as pessoas em seu contexto;
  • criatividade – capacidade de inovar, criando novos métodos e soluções para problemas novos e antigos. Adaptar-se às circunstâncias de maneira inovadora;
  • capacidade de sonhar – é através dos sonhos que podemos imaginar uma situação ideal, e utilizar todos os nossos recursos para alcançá-la. Assim, poderemos crescer pessoal e profissionalmente.

Quarta etapa – desenvolver material de divulgação para promoção de seu negócio ou carreira. Utilize cartão de visita e, se necessário, um folder de forma criativa e dinâmica.

Quinta etapa – criação de um site pessoal, blog ou comunidade, onde poderá divulgar um portfólio de realizações relevantes. Utilize o grande potencial da Internet, como a criação de grupos e outros recursos da rede, que podem promover sua carreira.

Sexta etapa – o desenvolvimento de sua networking, ou rede de relacionamentos, será fundamental para promoção de sua carreira. Ao longo de sua passagem pela universidade, o estudante deve estabelecer vínculos com pessoas e profissionais que podem ter uma influência importante em sua carreira no futuro.

Sétima etapa – criação de um sistema de relações públicas, para promover sua carreira junto ao mercado e ao público em geral. Elaboração e publicação de artigos e trabalhos acadêmicos em sua área, participação em associações e outras atividades que podem trazer evidência a sua pessoa.

Estas são as etapas básicas para implantação de um plano de marketing pessoal para universitários. Nesta fase de promoção de uma carreira profissional, é necessário contar com toda a ajuda e orientação possível. Temos certeza que com este guia prático um estudante pode iniciar o gerenciamento de sua carreira. Boa sorte.

Ari Lima

Consultor e conferencista
www.arilima.com